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A horta escolar permite uma outra dinâmica para o projeto político-pedagógico da escola. O papel do professor e da professora no projeto é identificar sua realidade por meio de pesquisas e estudos, dispor-se a planejar coletivamente a partir dessa realidade e colocar em ação práticas pedagógicas alternativas, com conteúdos articulados e significativos para todos, de uma maneira mais atraente, mais eficiente e mais prazerosa.
Pelo Projeto Horta Escolar, os professores, de todas as áreas e níveis de ensino, desenvolvem atividades de forma lúdica, interessante e criativa junto com seus alunos. Sabemos que criatividade é uma marca reconhecida dos e pelos professores brasileiros. Mesmo assim, encaminhamos, ao final do Caderno I, um conjunto de sugestões de atividades que podem ser ampliadas, modificadas, adaptadas e selecionadas como parte da ação pedagógica no bimestre, semestre ou no ano letivo.
Quando pensamos em uma sala de aula e em uma escola dinâmica, com muitas alternativas, não estamos falando de “megametodologias”, mas de atividades simples, variadas, que foquem a pesquisa, a descoberta, que privilegiem o trabalho em grupo, a construção e o relato socializador de conhecimentos. São métodos que podem, inclusive, serem planejados com a turma.
Se bem pensarmos, tudo o que existe pode auxiliar nessa busca e todos os meios de informação representam uma estratégia: sucatas, painés, jornais, revistas, livros, computadores, folders, encartes, filmes, danças, músicas, passeios e outros recursos disponíveis, certamente contribuirão para o desenvolvimento qualitativo e ampliado das temáticas que afloram em cada realidade.
O que defendemos como política de ação é que em cada instituição escolar aconteça o debate em busca das alternativas metodológicas criativas e próprias para as questões vinculadas à sua realidade. Um debate realizado por todos e em muitos espaços: educandos, educadores, pais, funcionários e demais membros da comunidade escolar. |
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